
Os distúrbios da ejaculação incluem várias condições que afetam o processo ejaculatório. Entre os mais comuns estão a ejaculação precoce, ejaculação retardada, anejaculação (ausência de ejaculação) e ejaculação retrógrada (em que o sêmen é direcionado para a bexiga em vez de sair pela uretra). Esses distúrbios podem ter causas fisiológicas ou psicológicas, impactando significativamente a saúde sexual e emocional dos homens.
A ejaculação precoce é o distúrbio mais frequente, caracterizado pela incapacidade de controlar a ejaculação, ocorrendo geralmente antes ou logo após a penetração. Fatores psicológicos, como ansiedade, estresse e experiências sexuais traumáticas, são frequentemente associados, embora condições médicas, como prostatite e distúrbios hormonais, também possam desempenhar um papel.
A ejaculação retardada, por outro lado, é a dificuldade em atingir a ejaculação durante a atividade sexual, mesmo com estimulação prolongada. Causas podem incluir problemas psicológicos, uso de certos medicamentos, neuropatias e distúrbios hormonais. A anejaculação e a ejaculação retrógrada podem resultar de condições neurológicas, cirurgias prévias (como prostatectomia) e uso de medicamentos.
O tratamento para distúrbios da ejaculação varia conforme a causa subjacente e pode incluir terapia comportamental, uso de medicamentos (como inibidores seletivos da recaptação de serotonina para ejaculação precoce), e técnicas de psicoterapia para tratar fatores emocionais e psicológicos. Em alguns casos, abordagens combinadas são necessárias para alcançar melhores resultados.
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